2015-01-19

Ao longo dos tempos a presença da mulher na publicidade tem sido associada a diversos produtos, que muitas vezes não lhe são destinados, no caso dos produtos masculinos. As poses sedutoras e o uso trajes menores funcionam como um elemento altamente persuasivo, fazendo da mulher também ela um produto, um objeto. Este tratamento da mulher como objeto sexual passivo surge de forma predominante em anúncios dirigidos para o público masculino: desde produtos de barbear, roupa masculina, automóveis, bebidas alcoólicas, etc. A nossa sociedade encontra-se organizada por um desequilíbrio sexual, na qual o prazer do olhar foi fraturado em duas designações: ativo (homem) e passivo (mulher). É o determinante olhar masculino que projeta a sua fantasia sobre a figura feminina. As mulheres são olhadas e exibidas, e a sua aparência é codificada de modo a criar um impacto visual e erótico. Podemos dizer que a mulher conota a qualidade-de-poder-ser-olhado (to-be-looked-at-ness). Desde das pin-ups ao strip-tease, da publicidade ao cinema, a mulher é exibida como objeto sexual, o desejo masculi
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